domingo, 28 de fevereiro de 2010

Só os loucos sabem!


Hoje não vou dizer que vou estar com você para sempre, até porque ja nos separamos uma vez e seria pura hipocrisia da minha parte dizer isso, então vamos só colocar na cabeça que por mais que queiramos, não da, o "para sempre" nunca vai existir. Então hoje, vou dizer que quero e vou estar com você até enquanto der.
Eu não sei de você, mas pra mim, estarmos juntas é o mesmo que se estar em um planeta que nós mesmas criamos, cuidando de cada detalhe que nos possa envolver. As nossas leis, nossas interninhas, nosso jeito de pensar, é tudo nosso, pô!
Eu costumo pensar que você é meu Déjà vu mais provável, só que com mais seios e menos bunda.
O nosso jeito de demonstrar sentimentos (sejam eles bons ou ruins) eu acho mais que único. É aquele tipo de coisa que se alguém conhece a nossa personalidade, bate o olho e logo diz: "Thais e Renata fizeram isso!"
Eu gosto mesmo dos seus abraços, dos arranhões e mordidas excessivas. Gosto de estar com você, gosto mesmo.
Gosto também do jeito como você se importa comigo, e do jeito que você me faz me importar com você. Mas bom mesmo é saber "exatamente o que fazer" sem me sentir perdida e desmotivada, porque sei que vamos ter uma razão maior pra continuar.
"Bom recomeçar, poder contar com você!" É bom. Bom e verdadeiro. É puro, é contagioso, é nosso.
Isso é só um agradecimento breve por você ter me feito sua irmã, o resto nós acertamos qualquer hora, em qualquer beco ou esquina da história que ainda está por construirmos.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Autobiografia


Gosto de comer, mas não deveria ter comido. Aquele lanche não me caiu bem, parecia frio e cru. Culpa das minhas lágrimas. Odeio quando minha garganta fica quente e tranca, me sinto presa, encurralada.
Agora estou vagando em pensamentos, não consigo ter reação. E la vamos nós de novo...
Que droga, minha vida é um Déjà vu! Parece um ciclo da cadeia alimentar, nunca se quebra, é sempre constante. Quero quebrar as regras, mas acabo andando em círculos e parando no mesmo lugar. Continuo vazia.
Ok, quero alguém pra me preencher. Ei, eu disse alguém? Acho que menti, pois não quero ninguém! Quero mesmo é estar sozinha.
Tenho medo de ficar sozinha, quero alguém. Agora te quero. Agora não te quero mais.
Eu me preencho, é. Já tenho a mim, pra que outra pessoa? Sou bonita e me gosto.
Menti de novo. Não sou bonita, quem dera ter um ego tão grande assim.
Você tem amigos? Ah, eu tenho uns cem!
Bom, na verdade... Eu não tenho cem amigos não, devo ter uns oito, e olhe lá.
Mania minha também, de me apaixonar tão fácil assim, acho que sou obsessiva por sofrer, só pode ser. Nunca amei, nem quero. Eu não sei me entender, então não posso ter alguém ainda, e assim está decidido. (Essa decisão permanece até eu me apaixonar de novo, só pra constar!)

Gosto de mudar de opinião sempre que possível, então, espero que daqui a alguns meses eu leia isso e ache totalmente engraçado. Ou não.
E aquilo de ter um super ego não era brincadeira, caramba!