quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

 Sempre fui sozinha, assim como estou agora. Onze da manhã de um Domingo no Pátio San Miguel, estou com as pernas cruzadas. Garfo em uma mão, lapiseira na outra.
(Acho) É hora de ir. Para casa e também daqui.
Tudo aqui queima e desaparece tão rápido.
Minha energia é tão forte que posso sentir esse copo plástico se movendo.
Preciso ir, mas fico feliz de ter para onde voltar.

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