Sempre fui sozinha, assim como estou agora. Onze da manhã de um Domingo no Pátio San Miguel, estou com as pernas cruzadas. Garfo em uma mão, lapiseira na outra.
(Acho) É hora de ir. Para casa e também daqui.
Tudo aqui queima e desaparece tão rápido.
Minha energia é tão forte que posso sentir esse copo plástico se movendo.
Preciso ir, mas fico feliz de ter para onde voltar.
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